quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A lei do amor

Deus nos amou quando ainda éramos pouco amáveis. Deus nos amou quando ainda éramos pecadores.

"Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis".  João 13:34

A família de Deus é a família do amor. A lei do amor da família divina é: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós.

Como Deus nos amou? Ele nos amou porque assim merecíamos? Não. Deus nos amou quando ainda éramos pouco amáveis. Deus nos amou quando ainda éramos pecadores, desagradáveis e seus inimigos. Ele nos amaria menos agora, que somos seus filhos? Não, mil vezes não!

O amor é o único mandamento da família do amor. Se você amar a outra pessoa, não a furtará. Se amar a outra pessoa, não a matará, não cobiçará a casa que ela possui, tampouco dirá mentiras a respeito dela. Logo, o amor divino é o cumprimento da Lei.

Posto que o amor é a lei da família de Deus, um só passo fora do amor de Deus é um passo para o pecado. Se já deu semelhante passo, arrependa-se e volte a andar em amor. Para ter comunhão com o pai, andar com Deus, na dimensão de Deus, é preciso caminhar no amor, porque Deus é amor.

Confissão: "Amo meu próximo como Cristo me amou. O amor é a lei que impera sobre mim. Ando no amor, por isso, tenho comunhão com meu pai, que é amor".

Por: Kenneth Hagin

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A voz do Espírito Santo

Quando a voz de Deus se faz ouvir, é tão real que você poderia voltar-se para ver quem falou.

"E, pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três varões te buscam".  Atos 10:19


Deus nos dirige mediante um testemunho interior. Ele nos dirige através daquela voz mansa e tranqüila: A voz do nosso próprio espírito. Deus também nos dirige pela voz do Espírito Santo que nos fala. Esta voz é mais firme e revestida de autoridade do que a voz do nosso espírito.

Quando a voz de Deus se faz ouvir, é tão real que você poderia voltar-se para ver quem falou, embora a voz esteja dentro de você. Houve ocasiões em que eu ouvi a voz do Espírito Santo de forma absolutamente audível, embora outras pessoas perto de mim não a tenham ouvido. Deve ter parecido audível ao jovem Samuel também, mas Eli, o profeta, não a ouviu.

Porém, essa não é a maneira usual de Deus dirigir-nos. Descobri em mais de cinqüenta anos de ministério, que cada vez que Deus me falou de modo espetacular, como no caso da voz audível (audível para mim, pelo menos), haveria uma caminhada dura pela frente. E se ele não tivesse falado de modo tão espetacular eu não teria agüentado firme.

A Bíblia nos ensina que existem muitas vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significado, no entanto não devemos procurar captar vozes. Acautele-se quanto a seguir algo sem, primeiramente, examiná-lo à luz da Palavra. Não ore pedindo que ouça algo. Se Deus falar-nos, ótimo. Se ele não nos falar, temos a sua palavra e podemos andar a luz dela.
Confissão: "Ando na luz da Palavra de Deus".

Por: Kenneth Hagin

domingo, 25 de dezembro de 2011

Natal é abrir o coração e oferecer presentes a Jesus

Os magos, depois de buscarem o menino Jesus, encontrando-o, adoraram-no. Então, abrindo seus tesouros, apresentaram-lhe presentes, tais como: ouro, incenso e mirra, v. 11. Vejamos o que isto pode simbolizar para o cristão:
a)  Ouro: metal precioso, amarelo e brilhante. Simboliza a realeza de Jesus, ou seja, sua dignidade de Rei. Ele nasceu como rei. Ele é o Rei da glória, Sl 24. Uns o conhecem como um simples homem que marcou a História. Nós o reconhecemos e adoramos como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
b)  Incenso: resina aromática que se queimava na antiga dispensação. Isto pode simbolizar o lado divino de Jesus. Nesse aspecto, os magos estavam reconhecendo Jesus como Filho de Deus. Quando o cristão aceita a divindade de Jesus, ele está abrindo seus tesouros e dando presentes a Jesus.
c)   Mirra: resina odorífera, medicinal, produzida pelo “balsamodendron”. Analisando o texto de forma abrangente, nesse caso, mirra poderá simbolizar sacrifício. Talvez seja o sacrifício que eles (os magos) empreenderam na longa jornada para ver a criança recém-nascida.
 
Um dos maiores presentes que podemos dar a Cristo é a nossa vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional, Rm 12: 1. Portanto, abramos nossos tesouros, nossos corações e apresentemos ao Senhor Jesus nossas dádivas. Ele merece. É Natal! Ele nasceu em nossas vidas, aleluia!

Natal é uma adoração constante ao verdadeiro Jesus

Os magos, guiados pela estrela que tinham visto no Oriente, chegaram à casa de Maria, mãe de Jesus, encontraram o menino, e, prostrando-se, o adoraram. Um dos propósitos dessa longa viagem era adorar a Jesus: viemos a adorá-lo, v. 2.
 
A adoração verdadeira é um dos aspectos relevantes do Natal. Ou seja, não existe Natal sem o compromisso de adorar o menino (Rei) Jesus. Portanto, Natal sem adoração ao Deus Trino e Uno não é Natal. Nesse sentido, todos os dias podem ser Natal, pois todo o dia podemos adorá-lo em Espírito e em verdade, Jo 4: 24.
 
Porém, não é bem assim que acontece em nossos dias. O mundo comemora o nascimento de Jesus com bebedeiras, festas, etc. Este é o tipo de Natal sem sentido, sem valor, sem espiritualidade e sem aceitação divina, porque não alegra o coração de Deus.
 
O Natal cristão precisa ser uma constante adoração ao verdadeiro Jesus, que vive e reina para todo o sempre. É ir à igreja não por um hábito, ou por mero costume, ou para ver alguém, mas para adorá-lo com um coração preparado, Sl 108: 1.
 
Por isso, todo culto, quando o adorador se comporta diante de Deus com adoração verdadeira, pode-se dizer que é dia de Natal, pois Jesus está sendo reverenciado como o Deus-Filho.      
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